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Aqui é um espaço criado para postagens de textos que levem a uma reflexão sobre a História do Dr. Edward Bach, e suas essências.
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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Solidão


Solidão: um mal que ataca a quase todas as pessoas, em algum momento da vida, pode ser amenizado com o uso dos florais do Dr, Edward Bach


Por terem excelente efeito sobre as causas da solidão, os Florais de Bach Water Violet, Impatiens e Heather ajudam a lidar com o problema, proporcionando conforto emocional. Por não serem medicamentos, os Florais não têm contra-indicação

Solidão. A palavra, bastante temida por quem está fisicamente sozinho ou sente-se solitário, apesar de estar rodeado de pessoas, é sentida como uma das emoções mais fortes e, muitas vezes, maléficas ao ser humano. Mas, por que as pessoas sentem-se sós? “É preciso entender que a solidão aparece de maneiras diferentes para cada pessoa. Algumas gostam de ficar sós, mas chegam a exagerar. Outras são tão impacientes que acabam afastando os outros por conta da intolerância em relação ao ritmo do outro ser diferente do seu. Há também os egocêntricos, que odeiam ficar sozinhos, mas quando estão acompanhados só falam de si, cansando o outro”, comenta Maria Aparecida das Neves, terapeuta e educadora especializada nos Florais de Bach originais.

Aparecida – que é practitioner, ou seja, pode ministrar cursos da terapia floral – diz que as 38 essências são divididas em sete grupos, conforme os tipos de personalidade mais comuns. Assim, existem os grupos da Solidão, do Medo, da Incerteza e Insegurança, do Cuidado Excessivo com os Outros, da Hipersensibilidade, do Desespero ou da Falta de Interesse pelo Presente. “Nada impede que os Florais dos grupos sejam misturados ou indicados individualmente, ou seja, basta que o paciente identifique seu conflito para utilizar o floral. Os grupos, porém, auxiliam as pessoas a identificarem melhor seus sentimentos e quais são os florais que podem auxiliá-las naquele momento”, complementa Aparecida.

Para quem sofre com a solidão, os Florais de Bach podem dar conforto. Conheça melhor o grupo da Solidão:


Water Violet – Para quem, na saúde ou na doença, gosta de ficar só. São pessoas silenciosas, que andam sem fazer ruído, falam pouco a palavra ‘não’ e, mesmo assim, o fazem com muita suavidade. Também são independentes, gostam de praticar atividades individuais, são capazes e seguras de si. É recomendado quando tais características as levam à dificuldade de fazer amigos; a não compartilhar suas preocupações ou problemas com os outros; ao falso orgulho e para quando elas não tentam interferir ou influenciar quando lhes pedem conselhos. “Incluir-se na humanidade permite amar, compartilhar conhecimentos e sonhos. Para ser mais feliz, é preciso conquistar amigos verdadeiros, calma e sabedoria. O Water Violet ajuda nesse sentido”, diz a terapeuta.

Impatiens É o floral indicado para quem está impaciente, pensa, fala e move-se rapidamente, irrita-se com facilidade. Os tipos Impatiens são pessoas mentalmente rápidas e também em tudo que fazem, tendem a ser impacientes e irritáveis com as demoras, são do tipo que fazem mil coisas ao mesmo tempo. Porém, são tensas, pois são ansiosas com as tarefas seguintes. Têm explosões curtas de raiva e não suportam a lentidão dos outros. Assim, costumam afastar as pessoas. É um floral indicado para bebês agitados, que não conseguem dormir ou comer; para quem é impaciente, não consegue parar, precisa de movimento; para aqueles que em qualquer contratempo ficam irritados; não conseguem suportar o ritmo da outra pessoa: completam as frases, terminam a tarefa do outro; preferem fazer as coisas sozinho por não suportar o ritmo dos outros. “O Impatiens ajuda a conviver com harmonia, com as diferenças, agindo com mais gentileza, paz e calma, aceitando o ritmo dos demais”, ensina Aparecida.

Heather Tal floral é indicado para aqueles que, obcecados com seus problemas e dificuldades, que tornam-se egocêntricos, muito preocupados consigo mesmos. É para pessoas que detestam ficar sozinhas, por isso falam muito, são tidas como tagarelas porque falam pelos cotovelos. Elas perguntam, mas não dão chance do outro responder e acabam afastando quem os cerca, tornam-se abusivas. Dr. Bach dizia carinhosamente que estas pessoas, no estado negativo, grudam como cola, tendem a falar muito próximo, para prender a atenção de seu ouvinte. O floral tem eficiência sobre as emoções de quem precisa de atenção o tempo todo; fala muito e ouve pouco; é carente e, por isso, detesta ficar sozinho. “O Heather é aquele Floral que ajuda a compreender e ser compreendido. Faz com que a pessoa preste atenção ao mundo à sua volta e às necessidades do outro, ajuda a libertar-se de seus problemas, permitindo uma comunicação mais aberta”, completa a terapeuta.

Quando a solidão aparece mesmo estando-se cercado de pessoas

Há momentos na vida em que a pessoa pode sentir uma profunda solidão, mesmo estando cercada de outras pessoas. Isso acontece, geralmente, por sua condição, sua dificuldade de se relacionar. “A incompreensão do momento em que ela vive, de suas idéias ou mesmo o fato de estar cercada por pessoas com interesses diferentes faz com que se feche e sofra pela solidão. Quando isso ocorre com um casal, por exemplo, é chamada de ‘solidão a dois’. Muitas vezes, por valorizar demais sua privacidade, a pessoa se distancia do parceiro, mantendo-se isolada. Para quem vive tal momento, o floral indicado é o Walter Violet, porque ele permite a este tipo de personalidade a facilidade maior de incluir-se na humanidade, de permitir-se amar, compartilhar conhecimentos e sonhos.

Importante: os Florais de Bach não substituem tratamento médico, complementam.

Boletim Disk floral


domingo, 9 de agosto de 2009

Para o medo da gripe suína




O Grupo do Medo definido por Bach

Fazem parte do Grupo do Medo cinco florais de Bach: Mimulus, Aspen, Rock Rose, Red Chestnut e Cherry Plum. “Cada floral é indicado para um tipo de medo diferente”, explica Maria Aparecida. “Quem precisa de ajuda deve conversar com um terapeuta floral para que ele determine qual deles é mais indicado e sobre a necessidade ou não de combiná-los entre si ou com florais de outros grupos”.

A terapeuta explica, brevemente, a abrangência de cada floral do Grupo do Medo:

Mimulus – “O efeito positivo deste floral é a capacidade de despertar coragem interior. É indicado para quem tem medo de coisas cotidianas e ‘conhecidas’ – doenças, escuro, ficar sozinho, algum tipo de animal etc. Também traz conforto para os tímidos que, na verdade, têm medo de se expor e medo de serem eles mesmos”.

Aspen – “É indicado para quem sente medo, mas não consegue definir o que causou esse sentimento. Vale para as pessoas que vivem apreensivas, com pressentimentos ou que carregam aquela sensação de que algo está para acontecer, inclusive para crianças que têm presságios e assustam seus pais ao comentarem tais fatos. O efeito positivo do Aspen é o despertar da afirmação, a capacidade de entender e ter consciência sobre o que desperta o medo para, enfim, vencê-lo”.

Rock Rose – “O Rock Rose é ideal para quem sente tanto medo de algo ou alguma coisa que fica em pânico ou aterrorizado. Este sentimento pode ser até mesmo conseqüência de um pesadelo. A pessoa sente-se impotente, paralisada. O floral traz a quem o toma confiança, coragem e calma. Esse floral também é indicado para crianças que têm pesadelos e terrores noturnos”.

Red Chestnut – “Medo de que algo de ruim aconteça com as pessoas que nos são queridas. Esse sentimento, muito comum, pode ser transformado com a ajuda do Red Chestnut. É indicado para as mães que se preocupam excessivamente com os filhos; pessoas que tomam conta dos problemas alheios com medo de que estas pessoas sofram ou se magoem. Vivem inquietas e preocupadas. O floral ajuda no despertar da capacidade de cuidar dos outros sem ansiedade, com compaixão e paz de espírito. Possibilita, ainda, cultivar e irradiar pensamentos de saúde e coragem”.

Cherry Plum – “O Cherry Plum é ideal para os que sofrem com medo de perder o controle – medo da loucura, da insanidade, de fazer algo irracional que fira a si próprio ou os outros. É para aqueles que se sentem à beira de um ataque de nervos e temem perder a razão. O floral faz com que esta pessoa encontre a paz e a sanidade mental. Ajuda a restaurar o controle da mente, das atitudes e das emoções”.

Os Florais de Bach são essências extraídas de plantas e flores. São totalmente naturais, podem ser tomadas por pessoas de todas as idades, e não possuem contraindicação. A chave para receitar o floral é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito detectado por Edward Bach ao criar o sistema. “Aconselho a todas as famílias que descubram o que são os Florais de Bach e façam o uso destas gotinhas para se harmonizar e vencer as pressões do dia-a-dia”, finaliza Maria Aparecida.


Conheça as flores de Bach, clicando aqui.

sábado, 27 de junho de 2009

Os Florais de Bach



“Uma das principais virtudes dos Florais de Bach é sua absoluta simplicidade, que as pessoas julgam muito difícil de aceitar. Os remédios florais suprem uma necessidade tão prontamente quanto o faminto é saciado por um prato de comida. Como disse o Dr. Bach: Desejo isto tão simples assim: quando estou com fome colho uma alface na horta; quanto estou com medo e doente, tomo uma dose de Mimulus, ou o que a doença indicar.”

Jane Evans

“Dizem que somos muito pouco sofisticados. Ficamos contentes com isso, pois a vida é simples e pode ser expressa em poucas palavras: seja amável, não magoe os outros, seja feliz. Lembramos também das palavras do Dr. Bach a cerca do seu trabalho: Não deixem que a simplicidade deste método os impeça de usá-lo, pois quanto mais avançarem em suas pesquisas, tanto mais perceberão a simplicidade de toda a criação.”

Nora Weeks

As plantas têm emoções?


Antes de tentarmos lidar com esta questão poderia ser uma boa idéia livrar-se de alguma bagagem política indesejada que pode interferir na resposta. Questionar se as plantas têm ou não sentimento acaba por levar-nos a perguntar se sentem ou não dor. Isto por sua vez desemboca em território político e acaba por recair no eterno debate sobre os direitos dos animais. O capital investido na indústria da carne tem se apegado na evidência de que plantas têm sentimentos, e reclamado de que isto mostra discrepância básica dos vegetarianos e os que conclamam os direitos dos animais. O argumento usado é o seguinte: você diz que é errado causar sofrimento para os animais criando e/ou comendo-os; contudo você está feliz criando e comendo plantas; esta pesquisa mostra que plantas também sentem dor; logo vocês são incoerentes.

Existem duas respostas simples para este argumento.

A primeira baseia-se no fato de que todo mundo tem que comer, e isto significa não somente seres humanos mas os animais, também. Todo animal antes de chegar ao supermercado para consumo, alimentou-se com sementes, grãos, grama e assim por diante. Isto significa que a real escolha não é entre matar plantas ou animais, mas entre apenas matar plantas, ou matar animais mais uma grande quantidade de plantas. Os vegetarianos podem então argumentar que mesmo que estejam causando algum sofrimento estão causando menos do que os consumidores de carne.

A segunda resposta para o argumento da indústria da carne é dizer que ao contrário dos animais, muitas partes do reino vegetal conta em serem comidas como parte de realizar sua função. A razão pela qual as plantas produzem fruta suculenta e noz comestível é que elas querem que os animais as comam.

Nos anos de 1960, Cleve Backster um especialista americano no uso de aparelho detector de mentiras, descobriu que plantas pareciam “desmaiar” quando se sentiam ameaçadas. Uma pessoa a ponto de comer uma planta poderia induzi-la a uma quieta aceitação deste estado. Backster imaginou se algumas plantas de fato poderiam entrar neste estado de boa vontade, e ficarem contentes em servir de alimento para um animal tornando-se parte de uma diferente forma de existência.

Os dois argumentos apresentados – a redução no sofrimento total, e a boa vontade das plantas – poderiam ser suficientemente poderosos por si mesmos. Alguns defensores dos direitos dos animais dispensaram uma conversa sobre a emoção das plantas. Sem dúvida eles acreditam que podem mostrar que as plantas não sentem nada e também recusam o argumento da indústria da carne. Outros, profissionais céticos também acham difícil aceitar que existem emoções a serem encontradas em qualquer lugar fora do reino animal. Então como podemos falar de uma planta “ser feliz” em ser comida? Que evidência existe de que plantas realmente têm emoções?

De acordo com o best-seller “The Secret Life of Plants” – de Peter Tompkins e Christopher Bird, na realidade há muita evidência para esta crença. Nos anos de 1970 o professor soviético V. N. Pushkin publicou várias pesquisas sobre as plantas e suas reações para com os estados emotivos dos humanos. De acordo com ele há base para pensar que a nível celular, as plantas carregam as mesmas atividades básicas que em nós evoluiu para pensamento humano. Outro cientista soviético relatou que plantas torturadas respondiam com medo à aproximação do torturador e acalmavam-se à aproximação de quem cuidava delas.

Outro estudo levado a cabo na Rússia mostrou que as plantas podem ser condicionadas. Uma planta que recebeu choque elétrico com uma pedra perto dela eventualmente associou os dois eventos de modo que quando somente a pedra era colocada ao seu lado ela respondia como se tivesse recebido um choque.

Muito deste trabalho tem provocado incredulidade por parte de alguns cientistas e pensadores.

Existem naturalmente grandes diferenças entre o organismo das plantas e dos animais. Mas não devemos nos permitir sermos cegados por essas diferenças a ponto de nos tornarmos incapazes de encontrar grandes similaridades.

Sob um nível genérico, existem poucas preciosas diferenças entre nós e os chipanzés. Na realidade todos os organismos vivos – incluindo as plantas – compartilham dos mesmos vinte amino ácidos, e do mesmo código genético usado por todos para fazer uma variedade de substâncias.

Nos últimos cem anos várias pessoas têm sugerido que de fato é possível ter emoções sem um sistema nervoso central reconhecido.

Parafraseando o cientista Jagadis Chandra Bose, plantas respiram, comem e movimentam-se sem a ajuda de pulmões, guelras, estômago ou músculos – por que então elas não podem sentir sem um cérebro ou nervos?

Em uma série de experiências, Bose mostrou como plantas reagem a estímulos tais como toque, música, veneno, calor e choques elétricos da mesma maneira que animais. Cansam-se quando são superestimuladas. Também mediu reações ao álcool que chegaram perto da embriaguez.

O Dr. Bach era uma criatura extremamente compassiva. Uma de suas características desde criança era a de preocupar-se com o sofrimento das pessoas, dos animais e da natureza. Porém, acreditava que as plantas que comemos foram providas pela natureza para suportarem outros modos de existência, incluindo seres humanos. E ao procurar plantas como medicamento, sabia que não as encontraria entre as utilizadas para alimento, que já preenchiam seu propósito. As verdadeiras plantas de cura seriam aquelas cujo propósito ainda estava por ser entendido.

Ele as encontrou com características próprias ligadas aos estados emocionais: medo, insegurança, desespero, raiva e vários outros. Plantas que não servem para serem ingeridas para suprir necessidades de alimento físico, mas que servem como alimento espiritual já que modificam nosso campo energético. O mais interessante é que as essências retiradas das plantas são utilizadas para curar as próprias plantas. Assim, o trabalho de Edward Bach vai de encontro à idéia de que tudo tem sua função no mundo em que vivemos. Precisamos apenas agir com equilíbrio e discernimento para que a natureza nos premie com tudo o que dela faz parte, cada parte uma assinatura, impressa claramente para que nossos olhos enxerguem.

Referência: The Bach Flower Gardener – Stefan Ball – C. W. Daniel Company Limited – 1999.

Escrito por Mariza Helena Ribeiro Facci Ruiz

Aspen – a flor do pressentimento



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Tenho um pressentimento de que algo terrível vai ocorrer. Algo terrível vai bater à minha porta. À noite eu acordo apavorado. Algo me acomete de repente nos lugares mais estranhos e improváveis. Estou conversando com meus amigos em uma festa e de repente um medo pavoroso toma conta de mim. Eu não consigo definir o que se passa comigo. Sofro de calafrios, de suores noturnos. A consciência de minha mortalidade me invade diante da enormidade do universo como se eu fosse uma partícula de pó. É tão estranho o que eu sinto que não ouso discutir o assunto com ninguém.

É assim o medo típico de Aspen, em desequilíbrio, essência descoberta por Edward Bach em 1935. Um floral representativo da jornada do herói, aquele que sai pelo mundo, passando por obstáculos e perigos em busca de um prêmio outro senão que o resgate de sua própria alma. Para resgatá-la precisará munir-se de coragem e audácia. Deverá facear a morte e percebê-la como um dos lados da mesma moeda, nada amedrontador em definitivo, mas a possibilidade de crescer e transformar-se. Um mergulhar nas águas do inconsciente não para deixar que elas nos submirjam, mas para fluir com elas, com muita alegria pelos caminhos que nos cabem e pelos quais nossa alma ansiou.

...

por mais que te sintas em casa

por mais que tenhas afeto

inda não é tua casa

teu canto, teu teto

sonhas com um barco fantasma

sempre levando seu corpo

para junto da alma que espera fincada no porto!

(Excerto do “Barco Fantasma” de Ivan Lins e Vitor Martins)

Escrito por Mariza Helena Ribeiro Facci Ruiz

Combinação de Essências


Um dos maiores problemas que as pessoas enfrentam quando conhecem o sistema das 38 essências florais do Dr. Bach é identificar para que serve cada uma. Quase que frequentemente nos deparamos com a idéia de colocar em um frasco uma combinação de essências (fórmula) para uma situação específica do dia-a-dia.
Fórmula para exames, para comportamento e assim por diante. Essas fórmulas tem como premissa, a fórmula do Rescue, que é um sucesso. Se existe esta combinação, as pessoas pensam: então por que não se fazer algumas mais?
Na Inglaterra, por exemplo, aparecem fórmulas para coragem, direção, foco, otimismo e outras mais. À primeira vista estas combinações podem ser plausíveis. A quem falta coragem posso indicar Mimulus, Rock Rose, Aspen e até Agrimony se o tipo de coragem for o de enfrentar o lado negro da vida. Mas necessito saber exatamente do que padece o indivíduo, já que ele é único. A essência que a pessoa precisa, pode não estar na fórmula.
A fórmula “Otimismo”, contém, profeticamente, Gentian, Gorse, Mustard, Sweet Chestnut, e então cai no clássico erro de pensar, que pelo menos uma destas podem ser necessárias a qualquer um que sinta desânimo ou desespero. Uma rápida olhada nas outras essências que o Dr. Bach colocou na categoria de “Desânimo e Desespero” deveria ser suficiente para elucidar a questão. Então, o primeiro problema é que uma fórmula pode deixar, a essência principal de que um buscador particular precisa. O segundo é que uma pessoa pode colocar muitas essências no frasco. Sabemos por experiência, que dar às pessoas muitas essências tende a tornar mais lento o trabalho daquelas de que elas realmente necessitam. O Mimulus terá que trabalhar muito para ser ouvido acima da cacofonia de mensagens do frasco. Como dissemos anteriormente, as fórmulas baseiam-se nas essências do Rescue sem a compreensão de que este composto é um Kit de primeiros socorros emocionais, alguma coisa pronta à mão que pode ser usada em uma crise quando não há tempo para se fazer uma seleção adequada. Tão logo haja tempo – tão logo a crise imediata tenha passado – a idéia é colocá-lo de lado e olhar para as coisas de que atualmente necessitamos. Quando fazemos isto descobrimos que nenhum grupo de pessoas necessita exatamente do mesmo composto, e que a mais efetiva ajuda é sempre selecionar essências para o individual ao invés de para o geral.
Não podemos empilhar pessoas e tratá-las como se fossem as mesmas.



Fonte: Practitioner Bulletin – Issue 50 - July/August 2003 – Dr. Edward Bach Foundation. Tradução livre de Mariza Helena Ribeiro Facci Ruiz

domingo, 7 de junho de 2009

Serenade

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